Hoje é sexta-feira...Aproveito para postar mais algumas atividades da EMEI. Algumas vezes não conseguimos mandar direto para o Facebook(isso precisa melhorado por lá). Então fazemos o link e as pessoas acabam entrando aqui...
O importante é divulgar o nosso trabalho.
Vamos mostrar mais uma rotina nossa. As imagens dizem mais que palavras...
sexta-feira, 11 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
PROJETO PÁSCOA
EDUCAÇÃO
INFANTIL - Projeto Páscoa-EMEI VILA VERDE-2014
Período:
08/04/2014 à 17/04/2014
Objetivo
geral
· Trabalhar o significado da páscoa, desmistificando
a relação consumista;
· Conhecer os símbolos da páscoa e seus significados;
· Trabalhar a “partilha” de alimentos como forma de
comemoração;
Objetivos específicos
· Explorar objetos relacionados à páscoa;
· Trabalhar a relação histórica social e cultural da
páscoa;
· Desenvolver a função simbólica;
· Desenvolver a noção espaço-temporal;
· Leitura e interpretação de texto (oralmente ou com
registro, de acordo com os níveis de conhecimento);
· Trabalhar a coordenação motora através de
atividades com pinturas, brincadeiras, dobraduras, etc.;
Desenvolvimento
· Conversa informal, em rodas de conversa, sobre o
conhecimento prévio das crianças em relação à páscoa: o que é páscoa; por que
comemoramos a páscoa; por que gostamos de dar e ganhar ovos de chocolate para
comemorar a páscoa; o que significa o ovo de páscoa; etc.(há um texto em anexo
para auxiliar no trabalho com os alunos- é uma sugestão)
· Contar histórias: oralmente, em
cartaz, filme, cd’s, etc.
· Atividades artísticas sobre o tema:
colagem, pintura, dobradura, desenhos.
.
· Brincadeiras: coelhinho sai da toca
Culminância
-Preparar a “Partilha”, o pão simbolizando a
comemoração da páscoa. (em reflexão com o grupo)
-Confecção de viseiras em
forma de coelhos.
-Atividades com os alunos
para a construção de um objeto para colocar o bombom.
ANEXO PARA AUXILIAR NO PROJETO PÁSCOA
ANEXO PARA AUXILIAR NO
PROJETO PÁSCOA
Textos informativos
sobre páscoa:
A
páscoa surgiu no ano de 33 dc., pois o próprio Cristo celebrava como judeu que
era.
Na
noite em que seria sacrificado celebrou com seus discípulos, não mais a páscoa
hebraica, mas sua Própria Páscoa, instituindo assim a Eucaristia.
É
uma das maiores festas cristãs e celebra a Ressurreição de Cristo. É comemorada
tradicionalmente no domingo, entre 22 de março e 25 de abril, determinando a
data das demais festas móveis cristãs.
A
idéia da Ressurreição faz pare do patrimônio ideológico e cultural da
humanidade.
A
igreja cristã continua a viver sob a luz da esperança da ressurreição dos
mortos. Baseada experiência dos apóstolos de Jesus, proclama que o destino
final do homem não é a sepultura, mas a vida com Deus, também chamada de vida
eterna.
Etimologia (ORIGEM DA PALAVRA PÁSCOA)
A
palavra páscoa vem do hebraico “Pessach” e significa passagem. A páscoa era
vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento e ainda hoje os israelitas
a relembram todos os anos. Ela marca a passagem pelo mar Vermelho, que ocorreu
muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do
Egito, onde era oprimido como escravo.
Chegando
às margens do mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó,
teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão
e as ondas se abriram, formando duas “paredes” de água que ladeavam
um“corredor” enxuto, por onde o povo passou. Quando os egípcios chegaram, as
águas se fecharam sobre os seus soldados e carros, sepultando-os no mar.
Esta
foi a “passagem”, “Pessach” ou “Páscoa” que os judeus comemoram até hoje.
Jesus
Cristo, que muito respeitava todas as celebrações de sua religião judaica,
também festejava a Páscoa quando foi preso.
Julgado,
condenado à morte na cruz e sepultado, Jesus Cristo ressuscitou três dias após,
num domingo.
Os
cristãos, desde então, também passaram a comemorar a Páscoa da Ressurreição de
Jesus, que também é uma passagem de Jesus da terra para o céu, da vida terrena
para a vida junto ao Pai, a passagem de Jesus para o Reino de Deus.
Uma páscoa diferente
Páscoa
é sinônimo de renovação, vida nova, ressurreição de ideais e esperança.
A
data mais importante da cristandade não é o Natal, e sim a da Ressurreição de
Jesus Cristo, pois significa a vitória sobre a morte, a passagem da escravidão
para a libertação.
A
páscoa de Jesus (paixão, morte e ressurreição) é a nossa passagem do pecado
para a vida na graça.
Há
muitos símbolos pascais: o ovo, por exemplo, simboliza fonte de vida, pois
guarda dentro de si uma vida nova que esta por nascer. O pão e o vinho foram
escolhidos por Jesus na última ceia para serem seu sangue e seu corpo. Através
deles Ele está unido a nós na Eucaristia. A coelhinha é o símbolo da
fecundidade, pois se reproduz rapidamente, gerando novas vidas, novos
discípulos.
Podemos
concretizar a páscoa em nossa vida buscando a união e fraternidade. Ressurgir
para a “vida nova” adquirindo comportamentos cristãos.
Assim
poderemos juntos, professores, alunos e comunidade, construir uma “novaescola”.
Comemorar
a Páscoa é uma forma bonita e alegre de dar graças a deus pela vida.
A história do ovo de páscoa
Foi
somente depois de muito tempo que a igreja o adotou como símbolo da páscoa.
Presentear
com ovos coloridos significava desejar vida, fertilidade. No começo, os ovos
eram de galinha, cozidos e pintados. Com o passar do tempo, começaram a ser
feitos com grande requinte: passaram a ser de madeira ou de cera e com pintura
refinada, tornando-se um verdadeiro artesanato. Depois se passou a fabricar
ovos em forma de jóias, utilizando metais nobres e pedras preciosas.
Mais
tarde, o ovo de chocolate surgiu junto com as indústrias de chocolate (Europa,
por volta de 1875). Eram feitos sem atrativos, mas de alto custo, por ser sua
matéria prima importada, tornando-se presentes finos para as pessoas queridas.
Em
1906, começaram a aparecer os ovos enfeitados. Eram recheados com chocolates de
vários tipos e a decoração feita com flores coloridas, aplicações de animais de
pano.
No
Brasil, a novidade chegou em 1920, vinda de Paris. Hoje os ovos são uma espécie
de herança dos ovos coloridos de antigamente. Em todo o mundo civilizado
cristão, a Páscoa é comemorada com presentes de ovos de chocolate.
Símbolos da páscoa
Ovo de páscoa– O ovo é um ótimo símbolo da ressurreição . de
fato, aparentemente morto, inanimado e petrificado, contém de dentro de si uma
vida nova que surge pujante para a luz do sol.
Trigo e uva– Simbolizam o pão e o vinho. É a lembrança da
entrega total. É através da entrega da carne e do sangue que o espírito vive.
Peixe – O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo.
Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que
devemos sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina, trazidos
a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os
peixinhos nascem dentro d’água.
Coelho– Símbolo de rápida e múltipla fecundidade. Há um
número incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da ressurreição. Pela
fecundidade lembra o número de filhos de Deus.
O cordeiro– No novo testamento é Jesus Cristo o Cordeiro
Pascal, Agnus Dei. O símbolo bem difundido na Europa, mostra um cordeirinho
branco sustentando a bandeira da Ressurreição.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Brincando com os meus amigos
O vídeo é muito alegre e colorido e traz uma bela mensagem!
Exibimos o mesmo em nosso Dia da Família ocorrido no dia 5 de Abril de 2014.
Prestem bastante atenção especialmente no finalzinho, pois vocês ficarão sabendo quem eram os brinquedos....
Não importa a hora e o lugar...O importar é aproveitar os momentos ao lado de nossos filhos, pois o tempo é curto....
Vejam o quanto o brincar é fundamental da vida não só da criança, mas de todos...
sexta-feira, 4 de abril de 2014
DEZ RAZÕES PARA BRINCAR!
“Quando você me pergunta o que fiz na escola hoje ,
E eu digo: -Eu brinquei.
Por favor não me entenda mal,
Por enquanto eu brinco, estou aprendendo.
Hoje eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.”
(Anita Wadley)
“Meu filho só vai pra escola para
brincar.” Quantas vezes ouvimos pais e familiares repetindo esta frase?
Inúmeras vezes. A crença de que a escola de Educação Infantil “só serve” para a
criança brincar é algo que já dura há um certo tempo. Não fosse pela conotação
e caráter “banal” desta frase, não haveria mal algum, até porque consideramos a
brincadeira como algo sério e que precisa ser levado em consideração quando se
trata de um desenvolvimento infantil saudável.
A princípio podemos levantar dez razões pelas quais consideramos a
importância da brincadeira no desenvolvimento infantil:
1- Ao brincar, a criança aprende sobre
si mesma e sobre o mundo que a cerca, portanto, a brincadeira é um elemento que
contribui para a construção da identidade e na formação social e cultural do
indivíduo;
2- A brincadeira favorece a capacidade
de interação. Brincando, a criança aprende a lidar com o outro, respeitando
seus limites, aprende sobre diversidade;
3- Nas brincadeiras as crianças entram
em contato com regras e normas sociais, sendo assim são através das
brincadeiras que elas conhecem e aprendem determinados valores e comportamentos
culturais;
4- Ao brincar, a criança consegue
expressar, de forma muito mais espontânea, os seus sentimentos e emoções;
5- O desenvolvimento da linguagem oral,
da expressão corporal e comunicação ampliam-se através das brincadeiras;
6- A capacidade de imaginação, imitação,
observação e criatividade são aspectos desenvolvidos no ato de brincar;
7- Autoestima elevada e autoconfiança
são reforçadas nas brincadeiras;
8- A brincadeira oportuniza a
aprendizagem de conceitos e conhecimentos científicos de forma significativa e
rica, assim, a brincadeira desenvolve habilidades cognitivas;
9- Quando a criança brinca, ela consegue
compreender determinadas situações conflitantes e aprende a tomar decisões, a
resolver problemas;
10- A ludicidade que envolve a
brincadeira faz com que a criança desenvolva-se plenamente em diversos aspectos
(físico, emocional, psicológico e cognitivo) e cresça saudável e feliz;
Brincar de casinha, de supermercado,
de “motorista”, de salão de beleza, de consultório médico, de “escola”, de
lanchonete, de boneca/boneco, de carrinho, de bola, enfim, brincar é tão
importante para a criança quanto estudar, alimentar-se, dormir, porque é também
através da brincadeira que o seu intelecto, seu emocional e seu bem estar
físico caminharão juntos, pois como diz Carlos Drummond de Andrade: “Brincar
não é perder tempo, é ganhá-lo”.
A ORIGEM DO PRIMEIRO DE ABRIL
(C.I)
Tradicionalmente,
1 de abril é considerado o dia da mentira. Você sabe por quê?
São
muitas as explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia da
mentira ou dia dos bobos. De acordo com uma versão, a brincadeira
surgiu na França do século XVI. Nessa época, o ano novo era comemorado
dia 25 de março e as festividades só terminavam no dia 1 de abril. Quando em
1564, o rei Carlos IX da França adotou o calendário gregoriano e determinou que
o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Zombadores passaram a
ridicularizar o dia 1 de abril, enviando presentes esquisitos e convites para
festas que não existiam.
Outras
justificam o dia da mentira com a ideia de que a data foi inspirada na natureza,
que costumava enganar as pessoas na virada de março para abril com mudanças
climáticas repentinas. Ao serem feitas de bobas pelo tempo, as pessoas
resolveram também adotar a brincadeira.
No
Brasil, o primeiro a adotar a brincadeira foi o periódico “A Mentira”,
em 1º de abril de 1848. O informativo transmitiu a notícia sobre o falecimento
de D. Pedro, fato que não havia acontecido e só desmentiu no dia seguinte.
No
imaginário de crianças e adultos, a mentira está associada à figura de Pinóquio,
personagem que apareceu pela primeira vez em 1883, no romance As aventuras de Pinóquio,
escrito pelo italiano Carlo Collodi. Depois de inúmeras adaptações, o
personagem foi imortalizado no filme homônimo de Wall Disney. Toda vez que o
boneco de madeira mente seu nariz cresce, como uma forma de evidenciar que a
verdade sempre aparece.
A
comemoração do 1 de abril se espalhou pelo o mundo, ficando conhecida como o
dia da mentira. “Poisson d’avril” é o nome recebido na França e na
Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando
peixe de abril. E você, já enganou alguém hoje? Seja criativo, mas cuidado com
o que vai dizer, uma mentira bem contada pode se transformar numa falsa
verdade, com consequências imprevisíveis.
O NÓ DO AFETO
O NÓ DO AFETO
Autor: Elói Zanetti
Era um reunião numa escola. A
diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da
presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães
trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus
filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito
simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que,
quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia
deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a
família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver
com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora
da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais
ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que
pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos
outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente
e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é
preciso que os filhos ‘ouçam’ o coração dos pais ou responsáveis, pois os
sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo,
um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça,
arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas
palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um
simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?
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